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segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Festa Foclórica

Dança Havaiana - Alunos da 4ª série
Quando alguém puser um colar de flores no seu pescoço.
Você irá se render a este cumprimento, que parece teatral no inicio mas, que expressa a máxima cordialidade do povo havaiano.





Coutry - Alunos da 5 ª série
Dança que teve origem no Texas (EUA), com muito movimento, marcação forte onde impera o sincronismo e a agilidade nos movimentos.


Tiro-liro (Dança Portuguesa) _ Alunos da 6ª série
Uma dança de roda, com ritmo de vira. O tiro-liro foi uma das várias danças que serviram para comunhão dos povos do mar com os da terra

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Festa Folclórica realizada em 30 de agosto de 2008.

O Folclore sempre foi um importante componente cultural da Humanidade.
Está em todo ambiente. Põe a Magia do seu gênio em toda parte.
Nas crendices, nas simpatias, nas superstições contra os ventos, as chuvas, os raios e nas doenças.
Rico nas danças que representam as tradições e a cultura de uma determinada região.
Imortal, vive o Folclore em todos os seres e espalha os tesouros imensos de sua força milagrosa.
A EE. Antonio Perciliano Gaudêncio nos eventos anterios divulgou o folclore brasileiro. Hoje apresenta o folclore de outros paises que muito contribuiram para formação e enriquecimento de nossa cultura.
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Aquarela do Brasil - Alunos da 1ª série
O Samba é uma dança animada com um ritmo forte e característico. Originou-se na África e foi trazido para Bahia pelos escravos. A dança gradualmente perdeu sua natureza ritualista e eventualmente se tornou a dança brasileria.


Apresentação da Lampião e Maria Bonita


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quarta-feira, 11 de junho de 2008

Semana do Meio Ambiente











As Oficinas Curriculares e os alunos da 7ª e 8ª séries que participam dp Game Superação elaboram várias atividades para comemorar a Semana do Meio Ambiente e ao mesmo tempo alertar os educandos da necessidade de praticarmos o desenvolvimento sustentável.



Agindo localmente contribuimos para o bem estar global.



Todos devem fazer sua parte para preservarmos nosso Habitat.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

atividades do projeto D. Quixote





Trabalho produzido pelos

alunos da 6ª série, na Oficina de Hora da Leitura

Professora Elizângela.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

domingo, 20 de abril de 2008

Projeto Dom Quixote

Tempo-Espaço e Memória
Dom Quixote de La Mancha

Em 2005, foram comemorados os quatrocentos anos da publicação da primeira parte do romance "O engenhoso Cavaleiro Dom Quixote de la Mancha", de Miguel de Cervantes. Passaram-se quatro séculos, pois esta obra-prima da literatura espanhola e universal foi editada pela primeira vez em 1605, em plena vida de seu notável autor, Miguel de Cervantes Saavedra, nascido em Alcalá de Henares, às proximidades de Madri, Espanha, em 1547.
Cervantes não escreveu apenas o romance "Dom Quixote". Este foi sua obra mais famosa, cuja segunda parte foi publicada em 1615. Entre as duas publicações, correu na Espanha uma versão apócrifa, que seria uma continuação da primeira parte do "D. Quixote", publicada sob o pseudônimo Alonso Fernández de Avellaneda, em 1614, fato que muito aborreceu Cervantes, sentimento que o autor exprime na própria narrativa de seu romance. Cervantes foi, além de romancista, poeta, autor de peças de teatro, aventureiro, soldado.
Assim, publicou, também, "La galatea" (1585), em prosa e versos, que teve um bom sucesso na recepção em seu país; "Novelas Exemplares" (1613), romanesco e novelas irônicas e sátiras, que teve sucesso imediato; "Viaje del Parnaso" (1614); "Ocho comedias y ocho entremesses nuevos, nunca representados" (1615), arte dramática, tendo havido, ainda, a publicação póstuma de "Os trabalhos de Persiles y Sigismunda" (1617), romanesco que também teve sucesso.
Porém, a obra-prima de Cervantes foi o "Dom Quixote" em suas duas partes. O curioso foi que o autor desta obra grandiosa, antes de receber, em vida, a láurea do amplo reconhecimento pelo público em sua pátria, teve grande sucesso no exterior, com traduções muito bem recebidas do romance para o inglês, o francês, o alemão e o italiano. Logo foi publicada, também, em Bruxelas e em Lisboa. Aos poucos veio a conquistar a fama em seu próprio país, onde Cervantes tinha inimigos, inclusive entre os escritores, como no caso de Lope de Vega ("El arte nuevo de haver comedias", 1609), seu grande rival.
Miguel de Cervantes também levou uma vida de aventuras, fugiu para a Itália, onde trabalhou para um ilustre monsenhor, e, como soldado do exército de Felipe II, lutou na batalha de Lepanto contra os turcos, evento no qual sua mão esquerda foi ferida e ficou imobilizada para o resto da vida. Tendo sido capturado por corsários na costa espanhola, foi levado para a Argélia, onde ficou durante cinco anos como cativo. De volta ao seu país, casou com Catalina de Salazar. Foi coletor de impostos e, depois, foi preso em Sevilha. Veio a fazer parte da Ordem Terceira de São Francisco. Cervantes morreu, em Madri, em 1616, talvez no mesmo dia da morte de Shakespeare.
Cervantes era um grande leitor. Procurava ler tudo que caía em suas mãos, tais como os romances de cavalaria, mas não apenas esses, como também outras obras importantes de seu tempo e do passado clássico greco-romano. Conheceu o pensamento de Aristóteles, especialmente sobre estética. Apesar de seu notável valor como escritor, sempre viveu em dificuldades financeiras.
As obras de Cervantes, especialmente, o "D. Quixote", foram criadas com grande rigor estilístico, seguindo os cânones renascentistas. Com "O engenhoso fidalgo Dom Quixote de la Mancha", Miguel de Cervantes se tornou o fundador do romance moderno. Em verdade, ao escrever a narrativa ficcional sobre o engenhoso fidalgo, Cervantes utilizou e desvelou sua engenhosidade, gerando esta concepção romanceada repleta de alegorias e de metáforas de que estão impregnados seus personagens principais, D. Quixote e Sancho Pança, em seus comportamentos, em suas falas e em suas aventuras sempre curiosas e surpreendentes. Qual a idéia central que Cervantes desenvolve no "D. Quixote", a qual se exprime por intermédio das posturas e atitudes de seus personagens? Trata-se de um tratado sobre a loucura de um homem que vive a cometer desvarios?
Um simples aldeão, Alonso Quijada, ou Quesada, ou Quijana, ou seja, aquele que viria a se tornar o cavaleira andante D. Quixote, era um leitor insaciável (como seu criador) de obras em geral, mas, especialmente, de romances de cavalaria. O próprio autor descreve seu personagem-tipo: "Orçava na idade o nosso fidalgo pelos cinquenta anos. Era rijo de compleição, seco de carnes, enxuto de rosto, madrugador, e amigo da caça."
Foi esse personagem que, por decisão racional ou insana, veio a tornar-se um cavaleiro andante, figura dramática (ficcionalmente) real, mas idealizada por ele e assimilada a partir das leituras dos romances de cavalaria, para viver as aventuras de um Amadiz de Gaula, de um Cid ou de um Orlando. Fez-se sagrar-se cavaleiro em uma (falsa) cerimônia dirigida por um taverneiro e atribuiu-se o título nobiliárquico Dom. Assim, em uma representação cômica de realidade ilusória, constituiu-se em um "herói" da cavalaria, papel que passa a protagonizar.Na época retratada no romance, essa expressão simbólica da cultura e da sociedade medieval, a cavalaria, já se encontrava fora de moda e decadente. Cervantes, com sua produção romanesca, procurou, com êxito, criticar esses resíduos da instituição medieval, ridicularizando-a.
D. Quixote adota como escudeiro um seu vizinho camponês, Sancho Pança, homem muito simples, porque um cavaleiro andante não podia dispensar essa companhia. E, vestindo armadura e capacete, portando um escudo e um bordão como lança, todas peças improvisadas, partiu pelas estradas e caminhos da Mancha, montado em seu velho cavalo Rocinante, acompanhado do escudeiro Sancho Pança, que o seguia montado em seu burrico.Seguindo pelos caminhos, o cavaleiro andante envolveu-se em aventuras ora românticas, como nos episódios impregnados de seu amor pela sua Dulcinéia, ora, de bravura e coragem, ao enfrentar em lutas de cavalaria inimigos reais ou imaginários, ou, como um paladino, procurando fazer justiça aos injustiçados e oprimidos.Foram muitos os episódios marcados pelo delírio nos quais D. Quixote considerava estar ante terríveis inimigos com os quais teria que lutar para derrotá-los; no entanto, na maioria das vezes, tratava-se de inimigos imaginários, ilusórios. Quer nesses episódios de delírio, quer em situações reais, quase sempre, o nosso "herói" se saía mau, estropiado e em condições ridículas. São muitas essas lutas, como na que entreteve contra os odres de vinho; na batalha contra as ovelhas; no entrechoque com os marionetes de mestre Pedro; ou mesmo no duelo contra um inimigo real como o cavaleiro dos espelhos, e outros. O mais conhecido e falado desses entreveros, entretanto, foi a luta contra os moinhos de vento, no quais o "cavaleiro da triste figura" (cognome que lhe foi atribuído por Sancho) julgava ver gigantes inimigos.
Na descrição ficcional da loucura de D. Quixote, Cervantes caminha pelas trilhas deixadas por Ariosto em seu "Orlando Furioso" (1532). Mas, no texto cervantino também há momentos de grande beleza, como quando, encontrando D. Quixote uma humilde e feia camponesa, pensa que tem ante si sua adorada e linda Dulcinéia, de Toboso; ou como ocorre na narrativa fantasiosa do episódio da cova ou gruta de Montesinos. D. Quixote desceu só à gruta e lá ficou, sem se alimentar durante dias e, quando de lá saiu, narrou as aventuras das quais havia participado sem o testemunho de seu fiel escudeiro. São momentos de extremada beleza na riqueza da linguagem e das fantásticas imagens episódicas vividas em delírio, sonhos, visões.
D. Quixote é um personagem culto, que tem prazer em fazer citações de autores importantes e, de usar abundantemente os provérbios e máximas. Aliás, Sancho Pança, em sua simplicidade e humildade, também, se manifesta um ser inteligente, que também sabe manejar os provérbios populares. Ele é o contraponto do cavaleiro andante, pois, enquanto este varia entre momentos marcados pela razão e aqueles em que se encontra totalmente transtornado pela irrealidade da loucura, o escudeiro está quase sempre presente para tentar trazer D. Quixote ao mundo real, mundo este que é percebido pelo "herói" como distorcido por encantadores. Sancho Pança é movido, não pelo espírito de aventura como o cavaleiro Quixote; ele ambiciona ser "dono" de uma ilha, a qual D. Quixote lhe havia prometido como recompensa por sua adesão em ser seu escudeiro. Ocorre que, nas andanças do cavaleiro e seu escudeiro pelas estradas espanholas - para percorrer as quais D. Quixote saiu de sua casa por três vezes -, chegaram a um castelo, cujo nobre castelão, que já conhecia a fama quixotesca, recebeu os caminhantes, porém com ar de mofa. Sabendo da promessa que Dom Quixote havia feito a seu escudeiro, com espírito de zombaria, "nomeou" Sancho Pança "governador" da "ilha Barataria", na realidade, uma aldeia situada em suas terras. Sancho assumiu a função e, para surpresa geral, saiu-se muito bem e com competência na gestão administrativa e nas arbitragens de pendências entre os súditos. Cervantes, como se vê, em sua obra de ficção principal, fez a crítica de uma sociedade decadente, que, em sua época, passava pelo deslocamento dos padrões de vida feudais da Idade Média para a modernidade; tomou a loucura de seu personagem principal como o fio condutor da narrativa, na qual faz uso de oposições binárias tais como: aparência e realidade, falso e verdadeiro, sanidade e loucura, que são o pano de fundo em que transcorrem os embates, as visões, os delírios, mas também os momentos de razão de D. Quixote, personagem quase sempre ingênuo, ridículo, anedótico, o anti-herói que vive em seu mundo ilusório. Porém, D. Quixote, mesmo com seus arroubos insanos, comporta-se sempre como um ser ético, que pauta seus comportamentos dentro da rígida moral própria da cavalaria e que busca concertar a sociedade em que vivia, como um paladino do bem, que não podia presenciar injustiças. Em sua estilística rigorosa nos padrões clássicos renascentistas, Cervantes instituiu um arquétipo, o modelo-tipo do quixotesco, em que se enquadram determinadas pessoas, tais como aquelas que, corajosamente, criam, vêem e enfrentam inimigos mesmos que eles sejam ilusórios, inexistentes; seres ingênuos, sonhadores, que podem se envolver em situações complicadas ou desastradas nem sempre racionalmente explicáveis. O "Dom Quixote" é uma obra perene, seminal, que está sendo sempre recriada pelas traduções, por adaptações para o teatro, para o cinema, para livros infanto-juvenis e pelas interpretações que faz da obra cada um de seus leitores.
Os personagens de Cervantes, principalmente o D. Quixote, foram motivos de obras célebres de artistas tais como David, Doré, Daumier, Cézanne, Picasso, Dali, Portinari, Pollock, além de outros. A obra-prima de Cervantes pode ombrear-se com a "Divina Comédia", com o "Orlando Furioso", com o "Hamlet", encontrando-se o autor no panteon dos grandes escritores da humanidade ao lado de Dante Alighieri, Ludovico Ariosto e William Shakespeare.


Projeto Resgate da Leitura na sala de aula
Dom Quixote
Oficinas: Espanhol, Hora da Leitura, Arte, Informática e Orientação para Estudo e Pesquisa
Professores: Carol, Andréia, Elisângela, Márcia, Ellen Carla e Luciane.
Série: 5ª a 8ª

Objetivos:
Pesquisa sobre a biografia de Miguel de Cervantes, situando-o em sua época;
Estimular a leitura dos alunos do romance e de adaptações em outros gêneros como quadrinhos, teatro e poesia.
Discutir o romance em roda de conversa
Recontar a história, tendo os alunos como autores.
Elaborar resenha crítica sobre o livro.

Habilidades:
Desenvolver a competência leitora e escritora do educando de forma autônoma e consciente.

quinta-feira, 27 de março de 2008

Projeto Datas Comemorativas: Dia Internacional da Mulher

Escola de Tempo Integral
EE. “Antonio Perciliano Gaudêncio” - ETI
15.195-000 Ida Iolanda / SP
Professora: Luciane, Ellen, Fabiana, Dinéia, Tatiane, Márcia Alonso, Eliandra e Andréia
Oficina Curricular: Orientação Para Estudo e Pesquisa, Artes, Atividades Esportivas e Motoras, Informática, Experiências Matemáticas, Hora da Leitura, Saúde e Qualidade de Vida
Série: 1ª a 8 ª séries do Ensino Fundamental.
Projeto Datas Comemorativas: Dia Internacional da Mulher
I. Justificativa:
A comemoração do dia da mulher, que foi motivada pela fatídica morte de 130 mulheres no ano de 1857, quando as mesmas lutavam por seus direitos em uma fábrica de tecidos em Nova York, é uma data de extrema importância, pois possibilita reflexões e discussões acerca do papel da mulher na sociedade. Diante disso, faz-se necessário resgatar esse tema, a fim de possibilitar aos alunos do Ciclo I e II do Ensino Fundamental uma inserção mais crítica e participativa na sociedade contemporânea.
II. Objetivos:
· Possibilitar uma inserção mais critica e participativa na sociedade, através do resgate e conhecimento da história do dia Internacional da Mulher.
Resgatar o porquê da comemoração do dia internacional da mulher e sua representação social;
Colaborar para o desenvolvimento de uma consciência crítica da posição da mulher na sociedade;
Fazer levantamento e estudar a vida de mulheres que se destacaram ao longo da história;
Possibilitar contato mais efetivo com o computador e seu potencial de pesquisa;

III. Habilidades:
Desenvolver e ampliar a habilidade de pesquisa, leitura, produção de textos e expressão.

IV. Procedimentos Metodológicos:
Pesquisas na internet, jornais, revistas, livros sobre a história da mulher e suas conquistas;
Leitura e interpretação de textos;
Dramatizações teatrais;
Danças;
V. Ações:
Participação ativa e dialogada dos alunos;
Confecção de cartazes homenageando a mulher por suas conquistas;
Realização de trabalho manual e troca de textos;
Pesquisa e confecção de linha do tempo – Mulheres que fazem história;
Discussões a partir de pesquisas na internet, leitura de textos;
Elaboração de diferentes tipos de textos;
VI. Avaliação:
O trabalho propiciou um desenvolvimento integral dos alunos mobilizando seus conhecimentos, dialogando com saberes diferentes e ampliando assim informações de mundo, para além daquilo que já conheciam. Essa ação pode possibilitar uma transformação, para que as oficinas se torne de fato um espaço de construção coletiva, de autonomia, solidariedade e emancipação libertária, levando a uma prática educativa com base na relação entre pessoas, pois segundo Freire (1987, p.79), “os homens se educam em comunhão, mediatizados pelo mundo”.
VII. Cronograma:
03 a 11 de março de 2008.

Projeto Datas Comemorativas : Páscoa

EE. Antonio Perciliano Gaudêncio _ ETI
Ida Iolanda - Nhandeara / SP
Oficina Curricular: Orientação para Estudo e Pesquisa, Experiências Matemáticas, Artes, Hora da Leitura,Atividades Esportivas e Motoras, Saúde e Qualidade de Vida e Informática
Professores: Luciane, Tatiane, Ellen Carla, Andréia, Fabiana, Dinéia, Eliandra, Márcia
Série: 1ª a 8ª séries do Ensino Fundamental

Projeto Datas Comemorativas
Páscoa
I. Justificativa:
O projeto envolveu a participação de todas as Oficinas Curriculares, objetivando trabalhar a solidariedade, a fraternidade, o respeito mútuo, paz e amor ao próximo.
Destacando a importância de resgatar os valores das festas tradicionais, levando os educandos a valorizar sua cultura, preservando-a com respeito.
Multiplicando o conhecimento da Origem e Símbolos da Páscoa através do conhecimento empírico.

II. Objetivos:
· Destacar o Verdadeiro significado da Festa Religiosa, das diferentes comemorações contemporâneas que visam o consumo e lucros;
· Conhecer os Símbolos Pascais, seus significados e quais os motivos pelos quais estes passaram a fazer parte da Comemoração da Páscoa;
· Desfragmentação do conteúdo;
· Percepção do Conhecimento como um todo através das Oficinas Envolvidas;

III. Habilidades:
Ampliar as potencialidades de pesquisa, leitura, produção de texto, revisão bibliográfica e representação , expressão artística e corporal.

IV. Procedimentos Metodológicos:
· Ler e discutir diferentes textos sobre o tema;
· Pesquisas em livros, jornais, bíblia e internet;
· Produção de textos, destacando o ponto de vista dos educandos;
· Encenação teatral;
· Mural com mensagens Pascais;
· Confecção de cartões de Páscoa pelos alunos;
· Danças e Coral;

V. Ações:
Realizar atividades diversificadas como,desenho livre, pintura, leitura e escrita, além de pesquisas orais com os pais a fim de verificar o conhecimento empírico das famílias e contextualizá-los como saber sistematizado;
Questionar significados da Páscoa para cada um em nossos dias, levando-os a compreender a simbologia utilizada nas tradicionais festas cristãs, com significados espirituais.

VI. Avaliação:
A Avaliação será feita a partir do empenho e participação coletiva e individual dos alunos durante as aulas teóricas, pesquisas, produções de texto, ensaio do teatro, danças, coral, confecção dos cartões e painéis sobre o Tema.

VII. Cronograma;
12 a 20 de Março de 2008.